Servier do Brasil na visão de seus diretores

Institucional

Um mercado que oferece uma ampla gama de oportunidades hoje, amanhã e a longo prazo

Com presença contínua no Brasil há 42 anos, a Servier do Brasil vem demonstrando inabalável lealdade com um país e um povo com enorme potencial e muita energia comunicativa. O grupo gradualmente ampliou sua presença no maior país da América Latina com investimentos significativos. Tendo iniciado sua atuação no país com uma estrutura de negócios, em 1976, estabeleceu o seu Centro Internacional de Pesquisa Terapêutica (CIRT) em 2001, inaugurou uma unidade produtiva em 2008, adquiriu a Pharlab em 2013 e a aquisição da Medimpex/Egis em 2012.

Hoje, temos 600 funcionários – sem contar a equipe da Pharlab, formada por 400 pessoas e a Medim-pex com 9 –, e o Brasil é o único país onde a Servier alinhou todos os seus ativos em pesquisa, fabricação, promoção e produção de genéricos por meio da Biogaran/Pharlab e da Medimpex/Egis.

42 anos é muito tempo, mas nós estamos apenas começando. Contrariando as probabilidades e apesar das dificuldades que o país enfrentou na crise econômica dos últimos três anos, a Servier do Brasilconquistou crescimento de dois dígitos, o que é muito estimulante. Devemos esses resultados aos esforços incansáveis das nossas equipes de Promoção, que se reinventaram e tomaram iniciativa sem nunca perder de vista os nossos valores essenciais. Nossas realizações também são fruto do Programa de transformação lançado em 2015, que nos ajudou a integrar departamentos e criar sinergias, tanto no CIRT quanto nas outras unidades de negócios da Servier no Brasil.

Agora, renovamos o nosso ânimo para cuidar de um mercado em rápida mudança que oferece uma ampla gama de oportunidades hoje, amanhã e a longo prazo. Para garantir que possamos aproveitar todo o potencial do Brasil, desenvolveremos, ao longo dos próximos anos, uma estratégia multifacetada com foco em renovação constante, expansão das linhas de produtos e serviços em nossas cinco áreas terapêuticas, com produtos inovadores, e-saúde (comos iminentes lançamentos do Deprexis e Cardioskin) e uma abordagem que chamo de “Servier Max”, fundamentada em nossos laços com a Medimpex e a Pharlab, para atender à necessidade da população brasileira, de 200 milhões de pessoas, independentemente de seu nível de renda.

Brasil implantará OPEX*

Inauguramos a nossa unidade produtiva em 2008. Dez anos depois, temos 104 funcionários com um perfil bem distinto, dada a sua juventude. Outra característica notória da unidade produtiva é o compartilhamento do local com os escritórios da subsidiária e o Centro Internacional de Pesquisa Terapêutica(CIRT) – trata-se, obviamente, de um importante ativo para o grupo em termos de sinergia e reatividade. Isso proporciona benefícios mútuos em áreas como finanças, desempenho e segurança.

Nossa unidade produtiva se concentra em três áreas principais: fabricação de medicamentos como Diamicron, Daflon, Arcalion, Natrilix e Vastarel 35, além dos produtos da Pharlab; finalização/embalagem do Coversyl, Valdoxan e Procoralan; e logística para todos os produtos distribuidos no Brasil. Em função dos elevados impostos de importação no Brasil, otimizar a nossa atividade industrial é um importante desafio. Para enfrentá-lo, estabelecemos parcerias locais, como as que estamos concluindo agora para a produção de Daflon na apresentação em bastão de gel e Cedraflon.

Além desses projetos, o foco principal deste ano será a implementação do Programa de excelência operacional do grupo (OPEX). A implantação está agendada para março, com o objetivo de aumentar
rapidamente a produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir os custos de produção em 15%, um elemento vital em um país com taxa de inflação anual em torno de 5%. O projeto também desbloqueia oportunidades de simplificar as linhas de produção e melhorar o fluxo. Atualmente, produzimos 18 milhões de caixas anualmente, e nosso objetivo é elevar esse número para 20 milhões nos próximos três anos, sem expandir o quadro de pessoal. Para facilitar o sucesso do projeto, decidimos proporcionar a 16 pessoas de nossa equipe um curso de imersão no IMPS – Servier Performance Institute (Instituto de Desempenho Servier), em Tours, na França. Desenvolver as competências de nossos funcionários e torná-los mais autosuficientes é uma das bases da estratégia da Servier e uma das diretrizes estratégicas do grupo:
Passionate and empowered people.

*OPEX: Programa de excelência operacional da Servier.

 

 

Pesquisa, business development e inovação

Nosso Centro Internacional de Pesquisa Terapêutica (CIRT) foi criado há 17 anos e voltado exclusivamente para o Brasil desde 2005. Hoje, o centro tem 25 funcionários e se concentra em estudos clínicos de Fase II e Fase III em praticamente todas as áreas terapêuticas nas quais a Servier atua. Trabalhamos em estreita colaboração com outras unidades do Grupo Servier. A sinergia que criamos todos os dias fortalece muito a nossa posição no país. Também estendemos a nossa parceria com a Pharlab, para a qual recentemente começamos a monitorar estudos de bioequivalência.

Uma de nossas maiores preocupações na rotina do dia a dia é o ambiente regulatório, que é muito complexo para laboratórios farmacêuticos, pois o órgão regulador brasileiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) mantém posição muito independente em relação a outras agências. Por isso, precisamos trabalhar em uma colaboração muito estreita com a sede da nossa empresa e com a área de Assuntos Regulatórios no Brasil ao solicitar aprovações regulatórias.

No entanto, mantemos um firme foco no futuro, sobretudo no que diz respeito à intensificação de nossas atividades relacionadas a desenvolvimento de negócios e inovação. De fato, o CIRT está muito envolvido na busca de novas oportunidades e “startups” com as quais a Servier possa trabalhar e contribuiu para a criação da “WeHealth by Servier”. Também estamos fazendo pesquisas exploratórias em biofarmácia.

Nesse âmbito, firmamos empolgantes parcerias com a Universidade do Pará (na região amazônica) e também com a Fiocruz (o mais importante instituto de pesquisa brasileiro) para testar 6 mil extratos de plantas originárias da biodiversidade brasileira em alvos oncológicos.

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