Ação contra o câncer: luta da Servier em três frentes promissoras

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22 milhões de novos casos ocorrem todos os anos. Essa é a magnitude prevista de câncer para os próximos 20 anos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Para lidar com esse desafio, os pesquisadores estão lutando contra a doença em um número crescente de frentes.

Para a pesquisa, o conhecimento acumulado permitiu uma melhor compreensão global dos mecanismos envolvidos no câncer: processos de desencadeamento, interações entre as células cancerosas e o sistema imunológico, a propagação das células cancerosas no corpo, e assim por diante.

Acima de tudo, o tratamento do câncer está evoluindo, desde a quimioterapia citotóxica, em grande parte não seletiva, que destrói um grande número de células saudáveis junto com as células cancerígenas, até terapias direcionadas (do inglês, “targeted”) e personalizadas (do inglês, “personalized”).

“Direcionadas” significa que elas podem reconhecer os componentes específicos de células cancerosas (receptores, proteínas, etc), ou agir em um estágio específico em seu desenvolvimento. “Personalizadas” significa que elas são adaptadas às características genéticas e biológicas específicas das células tumorais do paciente.

A consequência? Tratamentos mais eficazes a longo prazo, efeitos secundários menos severos e melhor controlados e menos tempo perdido em tratamentos inadequados.

Ações Servier contra câncer

Para permitir que os pacientes se beneficiem desses avanços, a Servier optou por implantar recursos para ter sucesso, escolher os parceiros certos e direcionar seus esforços.

Em termos de recursos, os números falam por si: o grupo destina 35% do seu orçamento de Pesquisa e Desenvolvimento à oncologia e antecipa o aumento deste esforço para 50% nos próximos dois anos.

Em termos de escolha dos parceiros certos: no final de 2016, 19 parcerias, já estavam bem estabelecidas, tanto com acadêmicos (CNRS, Institut Curie, Institut Gustave Roussy, Singapore Immunology Network, Walter and Eliza Hall Institute in Australia) quanto industriais (de empresas biotecnológicas como a Cellectis, a Macrogenics e, mais recentemente, a Pieris, Novartis e a Pfizer).

O objetivo dessas parcerias? Aproveitar conhecimentos adicionais e, assim, acelerar a investigação e o desenvolvimento de novas drogas.

Para conseguir isso, a Servier escolheu concentrar seus esforços optando por três tipos de estratégia: terapias direcionadas, apoptose e imuno-oncologia. Áreas particularmente promissoras, nas quais a Servier já possui expertise.

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