Febre Amarela

Saúde e Bem-Estar

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano.
Com a aumento dos casos de Febre Amarela, transmitida pela picada dos mosquitos Aedes Aegypti ou Haemagocus Sabethes, o cuidado deve ser redobrado. A doença não é passada de pessoa a pessoa e os sintomas iniciais 3 a 6 dias após ter sido infectada.

Sintomas

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais.
Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

Áreas de Risco

Locais com matas e rios onde o vírus e seus hospedeiros ocorrem naturalmente são identificadas como áreas de risco da Febre Amarela, por isso, se você for viajar procure um posto de saúde e vacine-se.

Prevenção

Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Dose Fracionada – É a utilização de um quinto (1/5) de uma dose padrão (0,5 mL) da vacina febre amarela (VFA), ou seja, 0,1mL. Retira-se do frasco da vacina uma dosagem menor do que habitualmente é utilizado. No entanto, a proteção e segurança da dose fracionada é a mesma do que a dose padrão. Esse fracionamento é apenas uma medida preventiva que será implementada em áreas selecionadas pelos estados, para evitar a circulação e expansão da doença.

Quem não pode tomar a vacina?

  • Crianças menores de 9 meses de idade;
  • Mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade;
  • Pessoas com alergia grave ao ovo;
  • Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 menor que 350;
  • Pessoas em de tratamento com quimioterapia/radioterapia;
  • Pessoas portadoras de doenças autoimunes;
  • Pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).

Ainda tem dúvidas?

Mais informações sobre a doença podem ser obtidas nas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde de todo país, e no Ministério da Saúde.
E lembre-se: A vacina é a principal ferramenta de prevenção e controle da doença.

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  1. Servier do Brasil
    Boa tarde Sr. Fontes de Renda. Obrigado pelo seu comentário. Acompanhe o nosso blog e fique por dentro de todos os nossos conteúdos.
  1. Fontes de Renda
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