Depressão – A importância do conhecimento para quem cuida

Saúde e Bem-Estar

Entenda a Depressão

Depressão é um transtorno de humor que provoca, principalmente, uma sensação persistente de tristeza profunda e/ou perda de prazer e interesse. Afeta o modo como o paciente se sente, pensa e se comporta, podendo levar à perda de sua funcionalidade e produtividade, isolamento social e problemas físicos1,2. A depressão é uma doença grave, com consequência para o paciente e para quem está próximo dele. A intervenção do cuidador, de familiares e de amigos é fundamental para a melhora do paciente3.

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A importância do tratamento

O uso adequado da medicação apresentada pelo médico responsável e o acompanhamento psicológico são fundamentais para os pacientes com depressão2,5,8.

É importante a disciplina. Além disso, as pessoas próximas devem acompanhar e encorajar o paciente3,9.

Com o apoio da família, dos amigos e do médico, é possível que o paciente deprimido melhore e combata a doença voltando a sua vida normal.

Dicas:

  • Vale a pena os cuidadores terem também uma rede de suporte3.
  • Além disso, aprender sobre a doença faz com que tenham mais paciência e empatia, ajudando, assim, no cuidado e no tratamento do paciente depressivo3.
  • É importante lembrar que cada dia é um novo dia para melhorar.
  • Adquirir junto ao paciente hábitos saudáveis fará bem para ambas as partes3.

LEMBRE-SE:

Problemas de saúde não escolhem pessoas. Acima de tudo, lembre-se que até a pior depressão é tratável e a família e os amigos podem ajudar na melhora3.

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Referências

1) Health Canada. Mental Health. Depression. Available at . Accessed on December 2016. | 2) Viana MC, Teixeira MG, Beraldi F, Bassani Ide S, Andrade LH. São Paulo Megacity Mental Health Survey – a population-based epidemiological study of psychiatric morbidity in the São Paulo metropolitan area: aims, design and field implementation. Rev. Bras. Psiquiatr. 2009 Dec;31(4):375-86. | 3) Ledford H. Medical research: if depression were cancer. Nature. 2014 Nov 13;515(7526):182- 4. | 4) Lepine JP, Briley M. The increasing burden of depression. Neuropsychiatric Disease and Treatment 2011:7(Suppl 1)3–7. | 5) Ferensztajn E, Remlinger-Molenda A, Rybakowski J. Staging of unipolar affective illness. Psychiatr. Pol. 2014 Nov-Dec;48(6):1127-41. | 6) Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5/ American Psychiatric Association. Trad.: Maria Inês Corrêa Nascimento et al. Revisão técnica: Aristides Volpato Cordiolli et al – 5ed. – Porto Alegre: Artmed; 2014. | 7) Lam RW, McIntosh D, Wang J, Enns MW, Kolivakis T, Michalak EE, Sareen J, Song WY, Kennedy SH, MacQueen GM, Milev RV, Parikh SV,Ravindran AV; CANMAT Depression Work Group. Canadian Network for Mood and Anxiety Treatments (CANMAT) 2016 Clinical Guidelines for the Management of Adults with Major Depressive Disorder: Section 1. Disease Burden and Principles of Care. Can. J. Psychiatry. 2016 Sep;61(9):510-23. | 8) Fleck MPA, et al. Diretrizes da Associação Médica Brasileira para o tratamento da depressão (versão integral). Rev Bras Psiquiatr 2003;25(2):114-22. | 9) Kennedy SH, et al. Sustained efficacy of agomelatine 10 mg, 25 mg, and 25–50 mg on depressive symptoms and functional outcomes in patients with major depressive disorder. A placebo-controlled study over 6 months. European Neuropsychoparmacology (2016) 26, 378-89.

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